SANTA MARIA-Os turistas e a população salense passam a dispor de informações mais fidedignas, e outros serviços, com a reabertura do Posto de Informação Turística, na vila de Santa Maria, após 15 meses encerrado.
O centro de informação turística, inaugurado em 2006, cuja gestão era inicialmente concessionada a terceiros, não correspondeu aos objectivos preconizados, tendo a Câmara Municipal reassumido a responsabilidade da sua dinamização desde a semana passada, após 15 meses de portas fechadas.
Dispondo de um gestor formado em turismo e dois jovens técnicos da área, o Posto de Informação Turística vai ser dinamizado mensalmente, com actividades culturais, como shows de diferentes músicos e exposição de trabalhos de artistas locais, artesãos, pintores e escultores, para atrair a atenção dos visitantes, contando com a colaboração dos operadores turísticos da ilha.
Por outro lado vai prestar um serviço de informação actualizada e completa sobre a localidade, o país, gentes e costumes, eventos culturais e atracções turísticas, a nível nacional, além da promoção da marca Cabo Verde enquanto destino turístico.
A apresentação ou comercialização de produtos como mapas e guias turísticos, brindes, souvenirs, imagens e vídeos em suportes informáticos, literatura, música, entre outros, é condição sine qua non para a promoção da imagem e a oferta turística do país.
Elísio Neves, gestor do Posto de Informação Turística, revela que nestes primeiros dias ainda não se sente a afluência das pessoas, porém sempre vai chegando um ou outro turista a pedir informações e esclarecimentos.
O horário de funcionamento é das 9 da manhã às 14:30 e das 15:30 às 21 horas.
http://oje.sapo.cv/noticias/nacional/centro-de-informacao-turistica-de-santa-maria-em-cabo-verde-reabre-portas
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
CV(INFORPRESS):São Vicente, em Cabo Verde, promove fórum "Mindelo - Cidade de Eventos"
MINDELO-A Assembleia Municipal de São Vicente promove esta quinta-feira o fórum "Mindelo - Cidade de Eventos: Desafios e Oportunidades".
Segundo a organização do evento, que decorre no Mindelo, com esta iniciativa a Assembleia Municipal de São Vicente pretende que a ilha seja "um palco de reflexão sobre as melhores vias de dinamização dessa estratégia, sendo os sanvicentinos os seus principais actores".
A ilha de São Vicente "é por excelência palco de grandes eventos culturais" realizados anualmente em Cabo Verde, sendo o Carnaval, o Festival Musical da Baía das Gatas e o Mindelact exemplos paradigmáticos, e por isso justifica a realização deste encontro, sublinha a organização.
"A Cultura ao Serviço do Turismo: que eventos e que turistas"; "Cultura e Turismo"; "Turismo de Cruzeiro na Rota dos Eventos"; "Aeroporto Internacional de São Vicente: Oportunidades e Desafios" são alguns dos temas a serem abordados pelos participantes no evento.
OJE/Inforpress
Segundo a organização do evento, que decorre no Mindelo, com esta iniciativa a Assembleia Municipal de São Vicente pretende que a ilha seja "um palco de reflexão sobre as melhores vias de dinamização dessa estratégia, sendo os sanvicentinos os seus principais actores".
A ilha de São Vicente "é por excelência palco de grandes eventos culturais" realizados anualmente em Cabo Verde, sendo o Carnaval, o Festival Musical da Baía das Gatas e o Mindelact exemplos paradigmáticos, e por isso justifica a realização deste encontro, sublinha a organização.
"A Cultura ao Serviço do Turismo: que eventos e que turistas"; "Cultura e Turismo"; "Turismo de Cruzeiro na Rota dos Eventos"; "Aeroporto Internacional de São Vicente: Oportunidades e Desafios" são alguns dos temas a serem abordados pelos participantes no evento.
OJE/Inforpress
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
CV:Edil salense desafia empresários a requalificarem as vilas de Espargos e Santa Maria, em Cabo Verde
O presidente da Câmara Municipal do Sal, Jorge Figueiredo, desafia os empresários do sector da construção civil na ilha a organizarem-se e participarem no projecto de requalificação urbana das vilas de Espargos e Santa Maria.
O repto foi lançado durante um encontro com os empresários no ramo, para apresentação e socialização do "ambicioso projecto" de transformação radical das duas localidades, orçado em cerca de 30 milhões de euros (3,3 milhões de contos).
Depois de um longo esclarecimento à volta do processo, Jorge Figueiredo disse que, finalmente, e graças à sua persistência, a sua Câmara e o Governo estão prestes a fechar com o Banco Europeu de Investimentos (BEI), um empréstimo à volta de 10,9 milhões de euros (cerca de 1,2 milhões de contos), para arrancar com o projecto numa primeira fase. O edil salense esclareceu que, para conseguir o restante dinheiro, ou seja, cerca de 20 milhões de euros, conta solicitar um empréstimo a fundo perdido ao BEI.
Jorge Figueiredo quis com este encontro que os empresários do sector da construção civil local ficassem, de certa forma, com conhecimento igual sobre o andamento deste processo. "É esta composição de 30 milhões de euros que gostaria de colocar à vossa consideração. Se obtivermos um financiamento de mais 10 milhões de euros, gostaria de ver uma organização do Sal capaz de promover o sector privado e as empresas terem capacidade de participar no processo de requalificação urbana", desafiou.
Porém a questão que se coloca, segundo Jorge Figueiredo, é como organizar a estrutura empresarial local para fazer face ao desafio e conseguir os dois espaços urbanos com a qualidade que merecem, reactivar o investimento privado na ilha, e melhorar a condição de vida das pessoas e cidadãos.
O autarca sustentou, para concluir, que a evolução e a transformação da condição urbana é inseparável das dinâmicas económicas que condicionam os seus modelos de desenvolvimento e desempenho, enquanto meios inovadores favoráveis à modernização económica, à flexibilidade de adaptação mais rápida de organização dos mercados, e à capacidade de fixação de emprego e de rendimento.
OJE/LUSA
O repto foi lançado durante um encontro com os empresários no ramo, para apresentação e socialização do "ambicioso projecto" de transformação radical das duas localidades, orçado em cerca de 30 milhões de euros (3,3 milhões de contos).
Depois de um longo esclarecimento à volta do processo, Jorge Figueiredo disse que, finalmente, e graças à sua persistência, a sua Câmara e o Governo estão prestes a fechar com o Banco Europeu de Investimentos (BEI), um empréstimo à volta de 10,9 milhões de euros (cerca de 1,2 milhões de contos), para arrancar com o projecto numa primeira fase. O edil salense esclareceu que, para conseguir o restante dinheiro, ou seja, cerca de 20 milhões de euros, conta solicitar um empréstimo a fundo perdido ao BEI.
Jorge Figueiredo quis com este encontro que os empresários do sector da construção civil local ficassem, de certa forma, com conhecimento igual sobre o andamento deste processo. "É esta composição de 30 milhões de euros que gostaria de colocar à vossa consideração. Se obtivermos um financiamento de mais 10 milhões de euros, gostaria de ver uma organização do Sal capaz de promover o sector privado e as empresas terem capacidade de participar no processo de requalificação urbana", desafiou.
Porém a questão que se coloca, segundo Jorge Figueiredo, é como organizar a estrutura empresarial local para fazer face ao desafio e conseguir os dois espaços urbanos com a qualidade que merecem, reactivar o investimento privado na ilha, e melhorar a condição de vida das pessoas e cidadãos.
O autarca sustentou, para concluir, que a evolução e a transformação da condição urbana é inseparável das dinâmicas económicas que condicionam os seus modelos de desenvolvimento e desempenho, enquanto meios inovadores favoráveis à modernização económica, à flexibilidade de adaptação mais rápida de organização dos mercados, e à capacidade de fixação de emprego e de rendimento.
OJE/LUSA
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
CV:Carlos Veiga novamente à frente do MpD, em Cabo Verde
Carlos Veiga novamente à frente do MpD, em Cabo Verde
PRAIA-Carlos Veiga foi hoje reeleito presidente do Movimento para a Democracia (MpD, oposição), nove anos depois de ter abandonado a liderança e de duas candidaturas falhadas à presidência de Cabo Verde.
Numa breve declaração aos jornalistas, proferida na sede do MpD, na Cidade da Praia, Carlos Veiga, que substitui Jorge Santos, voltou a frisar que não será candidato às eleições presidenciais de 2011 e que está à frente do maior partido da oposição para voltar a conquistar o poder no país que governou entre 1991 e 2000.
Na sua intervenção, feita com quase duas horas de atraso em relação à hora anunciada, o novo líder do MpD disse querer pensar, primeiro, na próxima convenção do partido, de 30 deste mês a 1 de Novembro, para definir "uma estratégia vencedora" para as eleições legislativas e presidenciais de 2011 e para as autárquicas de 2012.
O novo presidente do MpD indicou também que a escolha de um candidato do partido às presidenciais não está feita, nada mais adiantando sobre a questão.
Carlos Veiga, antigo primeiro-ministro (1991/2000) e ex-líder do MpD (1990/2001), garantiu que irá cumprir o seu mandato "até ao fim", mesmo que não saia vitorioso nos embates eleitorais contra o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder), que, a 4 deste mês, reelegeu José Maria Neves (actual chefe do executivo cabo-verdiano desde 2001) como líder, também em eleições directas.
Sobre a votação de hoje, que o consagrou como novo líder, Carlos Veiga adiantou que, apesar de os resultados não serem ainda todos conhecidos, a taxa de participação dos cerca de 32.000 militantes inscritos variou entre 60 e 70%, desdramatizando o facto de o PAICV, nas directas de 04 deste mês, ter alcançado quase 80%.
"São dois partidos e duas realidades diferentes", salientou, reiterando que o que interessa para o partido é a mobilização dos militantes, que, disse, "foi conseguida".
"Esta é a Hora" é o lema que Carlos Veiga vai levar à IX Convenção do MpD, onde serão também eleitos os novos órgãos do partido, que estão ainda em negociação, sabendo-se já que Jorge Santos, presente na conferência de imprensa será um dos "braços direitos" do novo líder.
Carlos Veiga reiterou também o seu projecto para o MpD, que passa por privilegiar a meritocracia para combater a má gestão governamental, criar emprego, repor políticas económicas equilibradas, evitar a especulação e a corrupção, tornar a Justiça independente e promover o acesso à saúde e educação.
OJE/LUSA.PT
PRAIA-Carlos Veiga foi hoje reeleito presidente do Movimento para a Democracia (MpD, oposição), nove anos depois de ter abandonado a liderança e de duas candidaturas falhadas à presidência de Cabo Verde.
Numa breve declaração aos jornalistas, proferida na sede do MpD, na Cidade da Praia, Carlos Veiga, que substitui Jorge Santos, voltou a frisar que não será candidato às eleições presidenciais de 2011 e que está à frente do maior partido da oposição para voltar a conquistar o poder no país que governou entre 1991 e 2000.
Na sua intervenção, feita com quase duas horas de atraso em relação à hora anunciada, o novo líder do MpD disse querer pensar, primeiro, na próxima convenção do partido, de 30 deste mês a 1 de Novembro, para definir "uma estratégia vencedora" para as eleições legislativas e presidenciais de 2011 e para as autárquicas de 2012.
O novo presidente do MpD indicou também que a escolha de um candidato do partido às presidenciais não está feita, nada mais adiantando sobre a questão.
Carlos Veiga, antigo primeiro-ministro (1991/2000) e ex-líder do MpD (1990/2001), garantiu que irá cumprir o seu mandato "até ao fim", mesmo que não saia vitorioso nos embates eleitorais contra o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder), que, a 4 deste mês, reelegeu José Maria Neves (actual chefe do executivo cabo-verdiano desde 2001) como líder, também em eleições directas.
Sobre a votação de hoje, que o consagrou como novo líder, Carlos Veiga adiantou que, apesar de os resultados não serem ainda todos conhecidos, a taxa de participação dos cerca de 32.000 militantes inscritos variou entre 60 e 70%, desdramatizando o facto de o PAICV, nas directas de 04 deste mês, ter alcançado quase 80%.
"São dois partidos e duas realidades diferentes", salientou, reiterando que o que interessa para o partido é a mobilização dos militantes, que, disse, "foi conseguida".
"Esta é a Hora" é o lema que Carlos Veiga vai levar à IX Convenção do MpD, onde serão também eleitos os novos órgãos do partido, que estão ainda em negociação, sabendo-se já que Jorge Santos, presente na conferência de imprensa será um dos "braços direitos" do novo líder.
Carlos Veiga reiterou também o seu projecto para o MpD, que passa por privilegiar a meritocracia para combater a má gestão governamental, criar emprego, repor políticas económicas equilibradas, evitar a especulação e a corrupção, tornar a Justiça independente e promover o acesso à saúde e educação.
OJE/LUSA.PT
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