quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
CV:Prioridades são acelerar crescimento económico e debelar pobreza -- José Maria Neves
PRAIA-O próximo Governo de Cabo Verde, a conhecer em março, terá como prioridades acelerar o crescimento da economia, para gerar milhares de postos de trabalho, garantir rendimentos às famílias e debelar a pobreza, disse hoje o líder do PAICV.
Numa entrevista à Agência Lusa, José Maria Neves, que será primeiro-ministro pela terceira vez consecutiva, salientou que pretende, nos próximos cinco anos, acelerar também a estratégia de transformação de Cabo Verde, com fortes investimentos na habitação e na segurança social.
"(Vamos acelerar) os domínios das tecnologias informacionais, criando o Cluster TIC, e, na área do Mar, vamos criar também o respetivo «cluster»", acrescentou, sublinhando que tudo será feito tendo como pano de fundo aproveitar "todas as potencialidades para acelerar o ritmo de desenvolvimento" do país.
Sobre as eleições legislativas cabo-verdianas de domingo, ganhas pelo PAICV com nova maioria absoluta (37 dos 72 deputados), José Maria Neves sublinhou que a nova vitória deve-se "ao trabalho desenvolvido pelo Governo nos últimos cinco anos".
"A avaliação dos cabo-verdianos é extremamente positiva. Todas as sondagens mostravam um nível elevado de otimismo e confiança no futuro e estávamos confiantes na renovação do mandato e da maioria", sustentou, desdramatizando a perda de quatro deputados em relação às eleições de 2006.
"Tem a ver com a distribuição dos círculos eleitorais. Tivéssemos os mesmos círculos de 2006 e teríamos mais deputados. De todo o modo, o círculo/ilha acaba por garantir um maior equilíbrio na distribuição dos votos, o que também, em democracia, é sempre bom, para refrear qualquer arrogância ou tentativa de exercício do poder sem limites", sustentou.
Questionado pela Lusa sobre se a bipolarização reinante no país (PAICV e Movimento para a Democracia -- MpD) desde a abertura ao pluralismo político (1990) afeta a democracia e os pequenos partidos, o líder dos "tambarinas" salientou que a "culpa" é da sociedade cabo-verdiana e, como tal, desvalorizou a questão.
"O facto é que a sociedade cabo-verdiana é bipolarizada. Não podemos forçar as coisas. A democracia americana é estribada em dois partidos -- republicanos e democratas -- e não podemos dizer que não é democrática por isso", sustentou.
"Um sistema partidário resulta da dinâmica social e política de cada país e não podemos impô-la desde que haja possibilidade de apresentação de alternativas, da realização periódica de eleições e da existência de regras de jogo que devem ser respeitadas por todos", justificou José Maria Neves.
No entanto, para o líder do PAICV, a alteração na Lei Eleitoral que acabou com os círculos/município (22) e criou os círculos/ilha (10, mais os três da diáspora), acabou por ser "benéfica" para os pequenos partidos, do Trabalho e Solidariedade (PTS) e Social Democrata (PSD), que, juntos, não atingiram sequer 1 por cento dos votos.
Sobre a significativa queda na taxa de abstenção nas eleições de domingo -- passou de cerca de 46 por cento em 2006 para cerca de 24 por cento -, José Maria Neves justificou-a com o novo recenseamento eleitoral feito em 2010.
"O recenseamento de 1995 era viciado, com dados empolados, e sempre houve uma participação forte dos cabo-verdianos nas eleições e a abstenção era elevada porque havia muita gente a mais nos cadernos eleitorais, com duplas e triplas inscrições. Isso comprometia o nível de participação eleitoral. Mas nestas eleições houve uma forte adesão, uma forte participação cívica das pessoas", concluiu.
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128773.html
Numa entrevista à Agência Lusa, José Maria Neves, que será primeiro-ministro pela terceira vez consecutiva, salientou que pretende, nos próximos cinco anos, acelerar também a estratégia de transformação de Cabo Verde, com fortes investimentos na habitação e na segurança social.
"(Vamos acelerar) os domínios das tecnologias informacionais, criando o Cluster TIC, e, na área do Mar, vamos criar também o respetivo «cluster»", acrescentou, sublinhando que tudo será feito tendo como pano de fundo aproveitar "todas as potencialidades para acelerar o ritmo de desenvolvimento" do país.
Sobre as eleições legislativas cabo-verdianas de domingo, ganhas pelo PAICV com nova maioria absoluta (37 dos 72 deputados), José Maria Neves sublinhou que a nova vitória deve-se "ao trabalho desenvolvido pelo Governo nos últimos cinco anos".
"A avaliação dos cabo-verdianos é extremamente positiva. Todas as sondagens mostravam um nível elevado de otimismo e confiança no futuro e estávamos confiantes na renovação do mandato e da maioria", sustentou, desdramatizando a perda de quatro deputados em relação às eleições de 2006.
"Tem a ver com a distribuição dos círculos eleitorais. Tivéssemos os mesmos círculos de 2006 e teríamos mais deputados. De todo o modo, o círculo/ilha acaba por garantir um maior equilíbrio na distribuição dos votos, o que também, em democracia, é sempre bom, para refrear qualquer arrogância ou tentativa de exercício do poder sem limites", sustentou.
Questionado pela Lusa sobre se a bipolarização reinante no país (PAICV e Movimento para a Democracia -- MpD) desde a abertura ao pluralismo político (1990) afeta a democracia e os pequenos partidos, o líder dos "tambarinas" salientou que a "culpa" é da sociedade cabo-verdiana e, como tal, desvalorizou a questão.
"O facto é que a sociedade cabo-verdiana é bipolarizada. Não podemos forçar as coisas. A democracia americana é estribada em dois partidos -- republicanos e democratas -- e não podemos dizer que não é democrática por isso", sustentou.
"Um sistema partidário resulta da dinâmica social e política de cada país e não podemos impô-la desde que haja possibilidade de apresentação de alternativas, da realização periódica de eleições e da existência de regras de jogo que devem ser respeitadas por todos", justificou José Maria Neves.
No entanto, para o líder do PAICV, a alteração na Lei Eleitoral que acabou com os círculos/município (22) e criou os círculos/ilha (10, mais os três da diáspora), acabou por ser "benéfica" para os pequenos partidos, do Trabalho e Solidariedade (PTS) e Social Democrata (PSD), que, juntos, não atingiram sequer 1 por cento dos votos.
Sobre a significativa queda na taxa de abstenção nas eleições de domingo -- passou de cerca de 46 por cento em 2006 para cerca de 24 por cento -, José Maria Neves justificou-a com o novo recenseamento eleitoral feito em 2010.
"O recenseamento de 1995 era viciado, com dados empolados, e sempre houve uma participação forte dos cabo-verdianos nas eleições e a abstenção era elevada porque havia muita gente a mais nos cadernos eleitorais, com duplas e triplas inscrições. Isso comprometia o nível de participação eleitoral. Mas nestas eleições houve uma forte adesão, uma forte participação cívica das pessoas", concluiu.
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128773.html
CV:Candidato do PAICV às presidenciais deste ano será conhecido em breve - José Maria Neves
PRAIA-O presidente do PAICV garantiu hoje que não será candidato às presidenciais cabo-verdianas deste ano "em nenhuma circunstância" e adiantou que o nome a apoiar pelo partido, entre três que já anunciaram essa intenção, será conhecido em breve.
Numa entrevista à Agência Lusa, José Maria Neves, vencedor das eleições legislativas realizadas domingo em Cabo Verde, defendeu que a "batata quente" das três candidaturas vindas do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) já anunciadas vai acabar por "esfriar muito rapidamente".
"Nestes dias há muito vento e a batata vai esfriar muito rapidamente. (Risos) Há candidatos, pré-candidatos, vamos discutir e escolher democraticamente quem deveremos apoiar", sublinhou, indicando que, nos próximos dias, a Comissão Política do PAICV vai reunir-se para estabelecer o cronograma das presidenciais.
"Nos próximos dias, a Comissão Política vai reunir-se para estabelecer o cronograma. Temos de acelerar as coisas porque o candidato tem de ter tempo para preparar a sua campanha e sabemos que uma campanha eleitoral exige muito trabalho. Vamos ter de decidir rapidamente a questão", referiu.
Três personalidades do PAICV já manifestaram publicamente disponibilidade para concorrer às eleições presidenciais -- Aristides Lima, presidente do agora extinto Parlamento, Manuel Inocêncio de Sousa, ministro das Infraestruturas, e David Hopffer Almada, ex-deputado.
Questionado sobre os diferentes apoios que os três candidatos têm dentro do partido -- Aristides Lima pelo atual presidente Pedro Pires, Manuel Inocêncio de Sousa pelo líder do PAICV, e Hopffer Almada como "outsider" -, José Maria Neves disse não ter essa perceção.
"Não tenho essa perceção. De todo o modo, são os órgãos do partido que vão decidir e farão a escolha democraticamente. Neste momento, a minha decisão pessoal não conta muito", disse, esclarecendo a sua posição: "já tinha dito que não sou candidato presidencial em nenhuma circunstância".
Constitucionalmente, as eleições presidenciais terão de decorrer pelos menos seis meses depois das legislativas, o que apontaria para 06 de agosto, data que José Maria Neves considera desapropriada, uma vez que se trata do tradicional mês de férias.
"Penso que, provavelmente, (as presidenciais) poderão ter lugar em outubro, mas dependerá do Presidente da República. A lei diz que não poderão ser antes de seis meses mas também não poderão ser muito afastadas dos seis meses, neste caso", explicou.
"O que penso, e que presumo, é que agosto é um mês difícil, das férias, da chuva, dificílimo. Os próprios emigrantes também estão de férias. Em setembro também há chuvas. Poderá ser logo no início de outubro", acrescentou, lembrando a realização de uma eventual segunda volta.
Se forem a 06 de agosto poderá haver a necessidade de haver uma segunda volta, a realizar a 20 ou 21 de agosto, o que seria complicadíssimo. Presumo que as eleições serão mais tarde, eventualmente em outubro, mas isso é uma área do Presidente da República, que vai ouvir o Conselho da Republica e aí vamos aguardar pela decisão", rematou.
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128772.html
Numa entrevista à Agência Lusa, José Maria Neves, vencedor das eleições legislativas realizadas domingo em Cabo Verde, defendeu que a "batata quente" das três candidaturas vindas do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) já anunciadas vai acabar por "esfriar muito rapidamente".
"Nestes dias há muito vento e a batata vai esfriar muito rapidamente. (Risos) Há candidatos, pré-candidatos, vamos discutir e escolher democraticamente quem deveremos apoiar", sublinhou, indicando que, nos próximos dias, a Comissão Política do PAICV vai reunir-se para estabelecer o cronograma das presidenciais.
"Nos próximos dias, a Comissão Política vai reunir-se para estabelecer o cronograma. Temos de acelerar as coisas porque o candidato tem de ter tempo para preparar a sua campanha e sabemos que uma campanha eleitoral exige muito trabalho. Vamos ter de decidir rapidamente a questão", referiu.
Três personalidades do PAICV já manifestaram publicamente disponibilidade para concorrer às eleições presidenciais -- Aristides Lima, presidente do agora extinto Parlamento, Manuel Inocêncio de Sousa, ministro das Infraestruturas, e David Hopffer Almada, ex-deputado.
Questionado sobre os diferentes apoios que os três candidatos têm dentro do partido -- Aristides Lima pelo atual presidente Pedro Pires, Manuel Inocêncio de Sousa pelo líder do PAICV, e Hopffer Almada como "outsider" -, José Maria Neves disse não ter essa perceção.
"Não tenho essa perceção. De todo o modo, são os órgãos do partido que vão decidir e farão a escolha democraticamente. Neste momento, a minha decisão pessoal não conta muito", disse, esclarecendo a sua posição: "já tinha dito que não sou candidato presidencial em nenhuma circunstância".
Constitucionalmente, as eleições presidenciais terão de decorrer pelos menos seis meses depois das legislativas, o que apontaria para 06 de agosto, data que José Maria Neves considera desapropriada, uma vez que se trata do tradicional mês de férias.
"Penso que, provavelmente, (as presidenciais) poderão ter lugar em outubro, mas dependerá do Presidente da República. A lei diz que não poderão ser antes de seis meses mas também não poderão ser muito afastadas dos seis meses, neste caso", explicou.
"O que penso, e que presumo, é que agosto é um mês difícil, das férias, da chuva, dificílimo. Os próprios emigrantes também estão de férias. Em setembro também há chuvas. Poderá ser logo no início de outubro", acrescentou, lembrando a realização de uma eventual segunda volta.
Se forem a 06 de agosto poderá haver a necessidade de haver uma segunda volta, a realizar a 20 ou 21 de agosto, o que seria complicadíssimo. Presumo que as eleições serão mais tarde, eventualmente em outubro, mas isso é uma área do Presidente da República, que vai ouvir o Conselho da Republica e aí vamos aguardar pela decisão", rematou.
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128772.html
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
CV:Legislativas: Carlos Veiga critica trabalho da TCV durante o período eleitoral
PRAIA-O presidente do Movimento para a Democracia (MpD), Carlos Veiga, derrotado nas legislativas de 6 de Fevereiro, teceu hoje duras críticas ao trabalho da Televisão de Cabo Verde (TCV) durante o período de campanha eleitoral.
Em entrevista à Inforpress, o líder do MpD classificou de um “autêntica vergonha” o jornal de campanha editado e apresentado pela estação pública de televisão ao longo do período de campanha.
“Em relação à televisão tenho queixas muito graves. Acho que houve manipulação clara daquilo se passou. Em relação à rádio e à imprensa escrita, considero que foi uma boa cobertura”, disse quando instado a fazer uma avaliação da cobertura da campanha eleitoral por parte dos órgãos públicos.
“Aquele jornal de campanha foi uma vergonha completa”, afirmou depois de ter dito que a comunicação social cabo-verdiana está muito mal.
“Temos normas que são condenáveis, que premeiam aqueles que contribuem para o desenvolvimento e isso só existe nos países comunistas”, disse apontando que a tal norma é um convite aos jornalistas para dizer aquilo que convêm ao poder.
“Aqueles que disserem aquilo que convêm ao Governo é que serão premiados e não é isso que nós queremos. Nós queremos uma comunicação social independente. Que os órgãos que não são do Estado tenham as suas opções”, sublinhou.
“Os órgãos do Estado não. Estes devem dar exemplo de independência, de isenção, imparcialidade, pluralismo e esses jornalistas não podem ser condicionados, premiados ou não consoante aquilo que escrevam”, frisou.
A Comissão Política do Movimento para a Democracia vai estar reunida quinta-feira, 10, na Cidade da Praia, para de entre outros aspectos analisar os resultados das eleições de domingo.
Segundo os dados provisórios, o Partido Africano para a Independência de Cabo Verde (PAICV) renovou a maioria absoluta ao obter 37 dos 72 deputados em disputa.
O Movimento para a Democracia obteve 33 deputados e a União Cabo-Verdiana Independente e Democrática (UCID), dois (2).
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128620.html
Em entrevista à Inforpress, o líder do MpD classificou de um “autêntica vergonha” o jornal de campanha editado e apresentado pela estação pública de televisão ao longo do período de campanha.
“Em relação à televisão tenho queixas muito graves. Acho que houve manipulação clara daquilo se passou. Em relação à rádio e à imprensa escrita, considero que foi uma boa cobertura”, disse quando instado a fazer uma avaliação da cobertura da campanha eleitoral por parte dos órgãos públicos.
“Aquele jornal de campanha foi uma vergonha completa”, afirmou depois de ter dito que a comunicação social cabo-verdiana está muito mal.
“Temos normas que são condenáveis, que premeiam aqueles que contribuem para o desenvolvimento e isso só existe nos países comunistas”, disse apontando que a tal norma é um convite aos jornalistas para dizer aquilo que convêm ao poder.
“Aqueles que disserem aquilo que convêm ao Governo é que serão premiados e não é isso que nós queremos. Nós queremos uma comunicação social independente. Que os órgãos que não são do Estado tenham as suas opções”, sublinhou.
“Os órgãos do Estado não. Estes devem dar exemplo de independência, de isenção, imparcialidade, pluralismo e esses jornalistas não podem ser condicionados, premiados ou não consoante aquilo que escrevam”, frisou.
A Comissão Política do Movimento para a Democracia vai estar reunida quinta-feira, 10, na Cidade da Praia, para de entre outros aspectos analisar os resultados das eleições de domingo.
Segundo os dados provisórios, o Partido Africano para a Independência de Cabo Verde (PAICV) renovou a maioria absoluta ao obter 37 dos 72 deputados em disputa.
O Movimento para a Democracia obteve 33 deputados e a União Cabo-Verdiana Independente e Democrática (UCID), dois (2).
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128620.html
CV:Jogo amigável: Cabo Verde vence Burkina Faso com golo de Nhuk
OBITOS-A selecção nacional de futebol venceu o Burkina Faso por 1-0, jogo de carácter amigável disputado em Óbitos, Portugal. Heldon "Nhuk", jogador do Marítimo de Portugal, marcou o golo da vitória, aos 62 minutos.
Lúcio Antunes aproveitou este jogo para fazer descansar alguns habituais titulares e deu oportunidade a novos atletas para mostrarem o seu valor.
Cabo Verde entrou com o seguinte onze: Ernesto; Gegê, Varela, Nando, Stopira; Dário, Sidnei, Babanco, Roni; Lito e Héldon.
Jogaram ainda Tips (no lugar de Dario, lesionado), Jerson Ribeiro (substituiu Lito), Nilson (para o lugar de Babanco) e Joazimar (saiu Sidnei "Sita").
Segundo João Diogo, jornalista da RDP África que acompanhou a partida, a selecção nacional foi sempre mais esclarecida do que o adversário, controlou o jogo e a vitória acaba por ser justa.
O Burkina Faso, treinado pelo português Paulo Duarte, acabou o jogo com menos um jogador, devido a expulsão de um dos seus atletas.
Héldon, avançado do Marítimo, foi um dos melhores em campo e viu a sua exibição coroada com um golo, ele que tem vindo a ganhar espaço no Marítimo.
Portugal tem-se relevado território talismã para a selecção crioula que soma ainda não perdeu qualquer jogo realizado em terras lusitanas. No último encontro realizado em Portugal, Cabo Verde venceu a Guiné-Bissau por 2-1.
Cabo Verde prepara a próxima partida, esta sim muito importante, frente a selecção da Libéria no Estádio da Várzea, a contar para a 3ª jornada do Grupo A de apuramento para o CAN 2012. Relembre-se que os Tubarões Azuis lideram a classificação, com quatro pontos em dois jogos.
Evandro Delgado
http://noticias.sapo.cv/info/artigo/1128643.html
Lúcio Antunes aproveitou este jogo para fazer descansar alguns habituais titulares e deu oportunidade a novos atletas para mostrarem o seu valor.
Cabo Verde entrou com o seguinte onze: Ernesto; Gegê, Varela, Nando, Stopira; Dário, Sidnei, Babanco, Roni; Lito e Héldon.
Jogaram ainda Tips (no lugar de Dario, lesionado), Jerson Ribeiro (substituiu Lito), Nilson (para o lugar de Babanco) e Joazimar (saiu Sidnei "Sita").
Segundo João Diogo, jornalista da RDP África que acompanhou a partida, a selecção nacional foi sempre mais esclarecida do que o adversário, controlou o jogo e a vitória acaba por ser justa.
O Burkina Faso, treinado pelo português Paulo Duarte, acabou o jogo com menos um jogador, devido a expulsão de um dos seus atletas.
Héldon, avançado do Marítimo, foi um dos melhores em campo e viu a sua exibição coroada com um golo, ele que tem vindo a ganhar espaço no Marítimo.
Portugal tem-se relevado território talismã para a selecção crioula que soma ainda não perdeu qualquer jogo realizado em terras lusitanas. No último encontro realizado em Portugal, Cabo Verde venceu a Guiné-Bissau por 2-1.
Cabo Verde prepara a próxima partida, esta sim muito importante, frente a selecção da Libéria no Estádio da Várzea, a contar para a 3ª jornada do Grupo A de apuramento para o CAN 2012. Relembre-se que os Tubarões Azuis lideram a classificação, com quatro pontos em dois jogos.
Evandro Delgado
http://noticias.sapo.cv/info/artigo/1128643.html
CV:Carlos Veiga diz que não se demite, vai assumir lugar de deputado
PRAIA-O presidente do Movimento para a Democracia, Carlos Veiga, declarou hoje à Inforpress que não se demite, apesar da derrota de domingo nas legislativas, vai ocupar o seu lugar no Parlamento e não se recandidata às presidenciais.
Sublinhando “não ser um político profissional, mas sim um cidadão na política”, Carlos Veiga, que viu o MpD aumentar em quatro o número de deputados na Assembleia Nacional, mas não evitando nova maioria absoluta do PAICV, disse que se vai manter em funções até à próxima Convenção do partido e estará na Assembleia Nacional como deputado para garantir uma oposição forte.
Quanto às presidenciais, e depois de duas derrotas frente ao actual chefe de Estado, Pedro Pires, nas presidenciais de 2001 e 2006, Carlos Veiga, tido por vários analistas políticos como o “candidato forte” para as presidenciais de 2011, dissipou as dúvidas, reafirmando a posição assumida quando regressou ao partido.
“Quando me candidatei a presidente do MpD candidatei-me para ser primeiro-ministro ou deputado e disse na altura que não me candidataria às presidenciais e continuo na mesma posição. Não me candidato”, declarou à Inforpress.
Questionado sobre o candidato que o partido vai apoiar nas presidenciais, o líder do MpD disse que o assunto vai ainda ser discutido nos órgãos próprios do partido, acrescentando que a Comissão Política reúne-se esta quinta-feira tendo na agenda a análise dos resultados das eleições de domingo e a preparação para as presidenciais.
Jorge Carlos Fonseca e Amílcar Spencer Lopes anunciaram já a sua vontade em serem o candidato presidencial apoiado pelo principal partido da oposição.
Quanto ao seu futuro imediato, Carlos Veiga prometeu estar na bancada do MpD e trabalhar para “defender a consolidação da democracia”, comentando que a democracia cabo-verdiana está ainda muito frágil.
“Estarei no grupo parlamentar permanentemente tomando parte nas decisões fundamentais, a participar nas principais sessões no Parlamento, fazendo a fiscalização lá onde deve fazer-se, em tudo que seja fundamental, desde a discussão do programa do governo, passando pela discussão do orçamento, estado da Nação, nos debates regulares que devem passar a existir estarei lá de certeza absoluta”, sublinhou.
“As instituições democráticas estão muito frágeis e é preciso que a gente lute para a sua consolidação”, acrescentou Carlos Veiga, referindo como exemplos dessas debilidades a inexistência de um Tribunal Constitucional, a dependência das agências reguladoras e a inexistência de uma autoridade reguladora da comunicação social.
“As nossas vozes vão levantar-se contra tudo aquilo que pensamos que seja a diminuição da credibilidade das instituições e da sua solidez, em todos os aspectos”, sublinhou, anunciando que o MpD vai rever todas as leis feitas nos últimos tempos e propor a alteração a várias, entre as quais o pacote relativo à comunicação social.
“Estamos muito mal na comunicação social e temos normas que são condenáveis”, salientou o presidente do MpD, apontando que a lei da comunicação social foi feita sem se levar em conta a revisão da Constituição.
Segundo os resultados provisórios das eleições legislativas de domingo, o Partido Africano para a Independência de Cabo Verde (PAICV) renovou a maioria absoluta ao obter 37 dos 72 deputados em disputa.
O Movimento para a Democracia obteve 33 deputados e a União Caboverdiana Independente e Democrática (UCID), dois (2).
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128630.html
Sublinhando “não ser um político profissional, mas sim um cidadão na política”, Carlos Veiga, que viu o MpD aumentar em quatro o número de deputados na Assembleia Nacional, mas não evitando nova maioria absoluta do PAICV, disse que se vai manter em funções até à próxima Convenção do partido e estará na Assembleia Nacional como deputado para garantir uma oposição forte.
Quanto às presidenciais, e depois de duas derrotas frente ao actual chefe de Estado, Pedro Pires, nas presidenciais de 2001 e 2006, Carlos Veiga, tido por vários analistas políticos como o “candidato forte” para as presidenciais de 2011, dissipou as dúvidas, reafirmando a posição assumida quando regressou ao partido.
“Quando me candidatei a presidente do MpD candidatei-me para ser primeiro-ministro ou deputado e disse na altura que não me candidataria às presidenciais e continuo na mesma posição. Não me candidato”, declarou à Inforpress.
Questionado sobre o candidato que o partido vai apoiar nas presidenciais, o líder do MpD disse que o assunto vai ainda ser discutido nos órgãos próprios do partido, acrescentando que a Comissão Política reúne-se esta quinta-feira tendo na agenda a análise dos resultados das eleições de domingo e a preparação para as presidenciais.
Jorge Carlos Fonseca e Amílcar Spencer Lopes anunciaram já a sua vontade em serem o candidato presidencial apoiado pelo principal partido da oposição.
Quanto ao seu futuro imediato, Carlos Veiga prometeu estar na bancada do MpD e trabalhar para “defender a consolidação da democracia”, comentando que a democracia cabo-verdiana está ainda muito frágil.
“Estarei no grupo parlamentar permanentemente tomando parte nas decisões fundamentais, a participar nas principais sessões no Parlamento, fazendo a fiscalização lá onde deve fazer-se, em tudo que seja fundamental, desde a discussão do programa do governo, passando pela discussão do orçamento, estado da Nação, nos debates regulares que devem passar a existir estarei lá de certeza absoluta”, sublinhou.
“As instituições democráticas estão muito frágeis e é preciso que a gente lute para a sua consolidação”, acrescentou Carlos Veiga, referindo como exemplos dessas debilidades a inexistência de um Tribunal Constitucional, a dependência das agências reguladoras e a inexistência de uma autoridade reguladora da comunicação social.
“As nossas vozes vão levantar-se contra tudo aquilo que pensamos que seja a diminuição da credibilidade das instituições e da sua solidez, em todos os aspectos”, sublinhou, anunciando que o MpD vai rever todas as leis feitas nos últimos tempos e propor a alteração a várias, entre as quais o pacote relativo à comunicação social.
“Estamos muito mal na comunicação social e temos normas que são condenáveis”, salientou o presidente do MpD, apontando que a lei da comunicação social foi feita sem se levar em conta a revisão da Constituição.
Segundo os resultados provisórios das eleições legislativas de domingo, o Partido Africano para a Independência de Cabo Verde (PAICV) renovou a maioria absoluta ao obter 37 dos 72 deputados em disputa.
O Movimento para a Democracia obteve 33 deputados e a União Caboverdiana Independente e Democrática (UCID), dois (2).
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128630.html
CV:Apesar da renovação da confiança, próximos cinco anos serão difíceis -- analistas
PRAIA-Os próximos cinco anos em Cabo Verde serão difíceis, apesar do eleitorado ter renovado a maioria absoluta do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), disse à Lusa o analista político cabo-verdiano Corsino Tolentino.
Antigo ministro da Educação e embaixador em Lisboa, Corsino Tolentino considera que o primeiro-ministro José Maria Neves, reconduzido no cargo face aos resultados eleitorais de domingo "tem consciência que vai ter cinco anos difíceis para cumprir as promessas que fez".
No mesmo sentido, e referindo-se à oposição, Corsino Tolentino acredita que "vai situar-se numa perspetiva histórica".
"A oposição não vai ser uma oposição demolidora, a puxar para baixo. A própria oposição está a situar-se numa perspetiva histórica e sabe que o comportamento que tiver hoje vai contar para daqui a cinco ou mais anos", afirmou.
Para Corsino Tolentino, atualmente coordenador do Instituto da África Ocidental, "um dos aspetos negativos que vários observadores atribuem à campanha eleitoral que deu este resultado foi precisamente um certo voluntarismo, para não dizer demagogia, de propostas que por um lado são quase inviáveis no período de cinco anos e por outro lado quase nunca se falou, ou evitou-se quase sempre falar dos recursos, em termos de perspetivas como é que vamos viabilizar as promessas que fazemos".
A questão dos recursos é uma interrogação maior à escassez de riquezas, à baixa produtividade, à fragilidade, reconhecida interna e externa, da economia cabo--verdiana, defendeu.
"É com base nesta economia que nós fazemos estas promessas e se não dissermos onde é que esperamos ir buscar recursos, estamos a ser incompletos, para não dizer que estamos a tentar enganar o eleitor", frisou.
Daí que Corsino Tolentino prefira concentrar-se mais na chamada área dos indecisos, que apenas nos últimos momentos define o sentido de voto.
"É nessa zona que encontramos um grande número de jovens, que têm um nível de instrução e possibilidade de acesso à informação cada vez maior e que, por conseguinte, vai cobrar tanto à oposição como ao Governo nos próximos cinco anos", acentuou.
Outro analista, o antigo chefe da diplomacia cabo-verdiana Jorge Carlos Fonseca, interpreta os resultados das legislativas de domingo como um "voto de confiança sem excessos" e, quanto à oposição, que elegeu mais quatro deputados, uma "votação forte para fazer uma oposição ativa, atuante, um papel de fiscalização".
Jurista e atual presidente do Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais, na Cidade da Praia, Jorge Carlos Fonseca lê os resultados de domingo como refletindo um "velho problema" de Cabo Verde.
"Desde 1995 que têm surgido em Cabo Verde tentativas de furar a bipartidarização do país, mas creio que no fundo a sociedade cabo-verdiana parece dividida em dois blocos que correspondem a duas grandes representações coletivas e essas representações coletivas encaixam-se em dois partidos", sustentou.
Isto é, os cabo-verdianos reveem-se no PAICV, porque vê este como sendo o partido que traz a independência do país, e a outra metade revê-se no MpD, que considera ser o partido que "deu a liberdade e a democracia".
"São duas ideias fundamentais na história recente do país e estas são ideias muito fortes e dividem praticamente o país ao meio", acrescentou.
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128530.html
Antigo ministro da Educação e embaixador em Lisboa, Corsino Tolentino considera que o primeiro-ministro José Maria Neves, reconduzido no cargo face aos resultados eleitorais de domingo "tem consciência que vai ter cinco anos difíceis para cumprir as promessas que fez".
No mesmo sentido, e referindo-se à oposição, Corsino Tolentino acredita que "vai situar-se numa perspetiva histórica".
"A oposição não vai ser uma oposição demolidora, a puxar para baixo. A própria oposição está a situar-se numa perspetiva histórica e sabe que o comportamento que tiver hoje vai contar para daqui a cinco ou mais anos", afirmou.
Para Corsino Tolentino, atualmente coordenador do Instituto da África Ocidental, "um dos aspetos negativos que vários observadores atribuem à campanha eleitoral que deu este resultado foi precisamente um certo voluntarismo, para não dizer demagogia, de propostas que por um lado são quase inviáveis no período de cinco anos e por outro lado quase nunca se falou, ou evitou-se quase sempre falar dos recursos, em termos de perspetivas como é que vamos viabilizar as promessas que fazemos".
A questão dos recursos é uma interrogação maior à escassez de riquezas, à baixa produtividade, à fragilidade, reconhecida interna e externa, da economia cabo--verdiana, defendeu.
"É com base nesta economia que nós fazemos estas promessas e se não dissermos onde é que esperamos ir buscar recursos, estamos a ser incompletos, para não dizer que estamos a tentar enganar o eleitor", frisou.
Daí que Corsino Tolentino prefira concentrar-se mais na chamada área dos indecisos, que apenas nos últimos momentos define o sentido de voto.
"É nessa zona que encontramos um grande número de jovens, que têm um nível de instrução e possibilidade de acesso à informação cada vez maior e que, por conseguinte, vai cobrar tanto à oposição como ao Governo nos próximos cinco anos", acentuou.
Outro analista, o antigo chefe da diplomacia cabo-verdiana Jorge Carlos Fonseca, interpreta os resultados das legislativas de domingo como um "voto de confiança sem excessos" e, quanto à oposição, que elegeu mais quatro deputados, uma "votação forte para fazer uma oposição ativa, atuante, um papel de fiscalização".
Jurista e atual presidente do Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais, na Cidade da Praia, Jorge Carlos Fonseca lê os resultados de domingo como refletindo um "velho problema" de Cabo Verde.
"Desde 1995 que têm surgido em Cabo Verde tentativas de furar a bipartidarização do país, mas creio que no fundo a sociedade cabo-verdiana parece dividida em dois blocos que correspondem a duas grandes representações coletivas e essas representações coletivas encaixam-se em dois partidos", sustentou.
Isto é, os cabo-verdianos reveem-se no PAICV, porque vê este como sendo o partido que traz a independência do país, e a outra metade revê-se no MpD, que considera ser o partido que "deu a liberdade e a democracia".
"São duas ideias fundamentais na história recente do país e estas são ideias muito fortes e dividem praticamente o país ao meio", acrescentou.
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128530.html
Diáspora:PALESTRA COM DR. AMILCAR SPENCER LOPES EM ROTERDÃO
CONVITE
O MpD-Holanda convida a toda Comunidade Cabo-verdiana na Holanda a estar presente num encontro com o Dr. Amílcar Spencer Lopes, Domingo(13), pelas 15 horas (3h da tarde) na Casa de Cultura que fica situada no Rés-do-chão do Consulado Geral de Cabo Verde em Roterdão (Baan6).
Local do encontro: CASA DE CULTURA DE CABO-VERDE
Endereço: BAAN 6-Rotterdam
Horário:15 horas (três horas da tarde)
Data: 13 Fevereiro de 2011
Programa alusivo ao encontro de Domingo
15h- Abertura
15h e 15m- Palestra: "O Sistema de Governo Cabo-verdiano"
16h- Debate
18h- Encerramento as 18 horas
Norberto Silva
mpdholanda@gmail.com
06-29605300
Comissão Politica do MpD-Holanda
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
CV(INFORPRESS):Legislativas: CNE reúne-se hoje para analisar as actas do escrutínio das eleições
PRAIA- A Comissão Nacional de Eleições reúne-se, nesta terça-feira, para analisar as actas dos escrutínios das eleições de domingo, cujos dados finais só deverão ser conhecidos quarta-feira.
Os últimos dados actualizados dos resultados provisórios das eleições legislativas de domingo indicam que, relativos a 183.781 votos expressos dos 298.562 eleitores inscritos (61,5 por cento), o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) continua a liderar, com 93.238 votos (50,7 por cento), seguido do Movimento para a Democracia (MpD), com 77.087 (41,9 por cento).
Segundo a agência Lusa, que cita a CNE, a União Cabo-Verdiana da Independência Democrática (UCID) segue em terceiro lugar, com 9.208 votos (5 por cento), à frente dos partidos do Trabalho e Solidariedade (PTS – 1001 votos – 0,5 por cento) e Social-democrata (PSD – 669 – 0,4 por cento).
Em termos de deputados, e quando faltam eleger 20, o PAICV tem agora 27, contra 23 do MpD e 2 da UCID.
Faltam ainda contabilizar os votos de 191 das 1.101 mesas, desconhecendo-se quando serão oficializados os resultados finais provisórios da votação de domingo, em que o PAICV se encontra a 10 deputados de obter nova maioria absoluta, reivindicada já publicamente pelo líder do partido, José Maria Neves.
http://noticias.sapo.cv/inforpress/artigo/24484.html
Os últimos dados actualizados dos resultados provisórios das eleições legislativas de domingo indicam que, relativos a 183.781 votos expressos dos 298.562 eleitores inscritos (61,5 por cento), o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) continua a liderar, com 93.238 votos (50,7 por cento), seguido do Movimento para a Democracia (MpD), com 77.087 (41,9 por cento).
Segundo a agência Lusa, que cita a CNE, a União Cabo-Verdiana da Independência Democrática (UCID) segue em terceiro lugar, com 9.208 votos (5 por cento), à frente dos partidos do Trabalho e Solidariedade (PTS – 1001 votos – 0,5 por cento) e Social-democrata (PSD – 669 – 0,4 por cento).
Em termos de deputados, e quando faltam eleger 20, o PAICV tem agora 27, contra 23 do MpD e 2 da UCID.
Faltam ainda contabilizar os votos de 191 das 1.101 mesas, desconhecendo-se quando serão oficializados os resultados finais provisórios da votação de domingo, em que o PAICV se encontra a 10 deputados de obter nova maioria absoluta, reivindicada já publicamente pelo líder do partido, José Maria Neves.
http://noticias.sapo.cv/inforpress/artigo/24484.html
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Diáspora: Cabo-verdianos na Holanda preferiram MpD
O MpD conquistou a preferência da maioria dos cabo-verdianos que votaram na Holanda, conseguindo 366 votos contra 330 do PAICV, que ganhou as legislativas no país, de acordo com os resultados ainda provisórios.
Segundo o cônsul de Cabo Verde na Holanda, Felino Carvalho, o Movimento para a Democracia (MpD) conquistou 336 votos, o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder desde 2001) garantiu 330 e a União Cabo-Verdiana da Independência Democrática (UCID) teve 63 votos.
Na Holanda, onde vivem cerca de 30 mil cabo-verdianos, votaram 765 dos 1.055 eleitores recenseados.
O total de eleitores cabo-verdianos recenseados para as eleições legislativas de domingo, que deram a vitória ao PICV, ascendia a 309.617.
No exterior, estavam recenseados 37.645 eleitores, sendo que a comunidade cabo-verdiana residente em Portugal representa a maioria destes (12.614), seguida pela comunidade nos Estados Unidos (7.700), França (3.987), Itália (2.337), Holanda (1.055) e Espanha (1.236).
Os resultados oficiais provisórios das eleições legislativas de domingo em Cabo Verde estão por atualizar desde a 01:19 local de hoje (02:19 em Lisboa), desconhecendo-se quanto será retomada a contagem.
A cargo da Direção Geral de Apoio ao Processo Eleitoral (DGAPE) - cujos responsáveis Agência Lusa tem tentado, em vão, contactar -, a divulgação dos resultados parou, depois de uma reestruturação dos dados que, às 22:03 de domingo, davam conta de mais de dois terços dos votos contados.
No entanto, em atualizações posteriores, a DGAPE baixou o total de votos de 68,5 por cento para 59,6 por cento, que mexeu com as atribuições de mandatos parlamentares e, consequentemente, com a votação nos cinco partidos concorrentes.
O PAICV lidera, com 50,8 por cento (90.466 votos), seguido pelo MpD, com 41,9 por cento (76.412), UCID, com 5,1 por cento (9.114), PTS, com 0,5 por cento (969) e PSD, com 0,3 por cento (454).
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128032.html
Segundo o cônsul de Cabo Verde na Holanda, Felino Carvalho, o Movimento para a Democracia (MpD) conquistou 336 votos, o Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder desde 2001) garantiu 330 e a União Cabo-Verdiana da Independência Democrática (UCID) teve 63 votos.
Na Holanda, onde vivem cerca de 30 mil cabo-verdianos, votaram 765 dos 1.055 eleitores recenseados.
O total de eleitores cabo-verdianos recenseados para as eleições legislativas de domingo, que deram a vitória ao PICV, ascendia a 309.617.
No exterior, estavam recenseados 37.645 eleitores, sendo que a comunidade cabo-verdiana residente em Portugal representa a maioria destes (12.614), seguida pela comunidade nos Estados Unidos (7.700), França (3.987), Itália (2.337), Holanda (1.055) e Espanha (1.236).
Os resultados oficiais provisórios das eleições legislativas de domingo em Cabo Verde estão por atualizar desde a 01:19 local de hoje (02:19 em Lisboa), desconhecendo-se quanto será retomada a contagem.
A cargo da Direção Geral de Apoio ao Processo Eleitoral (DGAPE) - cujos responsáveis Agência Lusa tem tentado, em vão, contactar -, a divulgação dos resultados parou, depois de uma reestruturação dos dados que, às 22:03 de domingo, davam conta de mais de dois terços dos votos contados.
No entanto, em atualizações posteriores, a DGAPE baixou o total de votos de 68,5 por cento para 59,6 por cento, que mexeu com as atribuições de mandatos parlamentares e, consequentemente, com a votação nos cinco partidos concorrentes.
O PAICV lidera, com 50,8 por cento (90.466 votos), seguido pelo MpD, com 41,9 por cento (76.412), UCID, com 5,1 por cento (9.114), PTS, com 0,5 por cento (969) e PSD, com 0,3 por cento (454).
http://legislativas2011.sapo.cv/info/artigo/1128032.html
DIÁSPORA CV:MPD GANHA ELEIÇÕES NA HOLANDA
ROTTERDAM-O MpD da Região Politica Especial da Holanda foi o grande vencedor das Legislativas de Domingo(06).
Recorda-se que em 2006 as Eleições na Holanda foram ganhas pelo PAICV(10 votos de diferença) mas depois de um excelente trabalho feito sobretudo nos últimos 9 meses, o partido ventoinha conseguiu ser o mais votado no País das Tulipas.
concorreram para o Circulo da Europa e do Resto do Mundo, o MpD, a UCID e o PAICV.
Na Holanda as Mesas de votos foram instaladas no no Consulado de Cabo Verde e nas cidades de Denhaag e Delfzijl.
A afluência as urnas foi muito elevada levando a uma diminuição da taxa de abstenção.
RESULTADOS
MPD-366 votos
PAICV-330 votos
UCID-63 votos
Recorda-se que em 2006 as Eleições na Holanda foram ganhas pelo PAICV(10 votos de diferença) mas depois de um excelente trabalho feito sobretudo nos últimos 9 meses, o partido ventoinha conseguiu ser o mais votado no País das Tulipas.
concorreram para o Circulo da Europa e do Resto do Mundo, o MpD, a UCID e o PAICV.
Na Holanda as Mesas de votos foram instaladas no no Consulado de Cabo Verde e nas cidades de Denhaag e Delfzijl.
A afluência as urnas foi muito elevada levando a uma diminuição da taxa de abstenção.
RESULTADOS
MPD-366 votos
PAICV-330 votos
UCID-63 votos
domingo, 6 de fevereiro de 2011
CV:MpD APELA AO VOTO ÚTIL
O líder do Movimento para a Democracia sublinhou que o seu partido é a única alternativa de governo que existe em Cabo Verde, pedindo uma maioria clara e robusta nas eleições do próximo domingo.Praia, 4 de Fevereiro – “A única alternativa de governo ao Paicv é o MpD”, afirmou esta noite no comício da Gamboa o líder do Movimento para a Democracia. Carlos Veiga, num claro apelo ao voto útil, lembrou o que encontrou de apoio em todo o Cabo Verde lembrando uma coluna de mais de 4 quilómetros de viaturas que percorreu a ilha de Santiago, “o maior cortejo de automóveis que já se viu no País”.
Veiga diz esperar a eleição de dois deputados na ilha do Maio, que a acontecer se verifica pela primeira vez nesta ilha. Com firme convicção de que vai formar o próximo governo, Carlos Veiga sublinhou que todavia as eleições são no Domingo e que só com a ida às massiva urnas se pode, de facto, garantir a vitória da democracia e a mudança que a maioria dos cabo-verdianos hoje deseja.
Todos queriam ver e ouvir Carlos Veiga
O maior comício de sempre em Cabo Verde, que decorreu a poucos metros de distância do comício de encerramento do Paicv com José Maria Neves, acabou em apoteose com os acordes do we are the chanpions.
http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&id=31775&idSeccao=523&Action=noticia
Veiga diz esperar a eleição de dois deputados na ilha do Maio, que a acontecer se verifica pela primeira vez nesta ilha. Com firme convicção de que vai formar o próximo governo, Carlos Veiga sublinhou que todavia as eleições são no Domingo e que só com a ida às massiva urnas se pode, de facto, garantir a vitória da democracia e a mudança que a maioria dos cabo-verdianos hoje deseja.
Todos queriam ver e ouvir Carlos Veiga
O maior comício de sempre em Cabo Verde, que decorreu a poucos metros de distância do comício de encerramento do Paicv com José Maria Neves, acabou em apoteose com os acordes do we are the chanpions.
http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&id=31775&idSeccao=523&Action=noticia
CV:O PAICV FEZ CAMPANHA DE MENTIRAS”
Onda Verde de mudança varreu o País, desmascarando a propaganda
Praia, 4 Janeiro – “Foi uma campanha de mentiras e de falsas promessas”, disse Veiga logo no início da intervenção, fazendo referência aos 150 mil computadores nunca entregues, às bolsas que a propaganda inflacionou, às 17 barragens de que os cabo-verdianos só viram uma e, adiantou: “a mais grave mentira foi aquela do ‘escreveu ou não escreveu’”.
De seguida fez aviso sério contra a fraude eleitoral, salientado que o PAICV controla toda a máquina eleitoral, enfatizando que, mesmo assim – e em jeito de balanço -, “a onda verde de mudança e vitória foi aumentando todos os dias” da campanha. De seguida defendeu ser fundamental “uma grande votação no MpD, pois os graves problemas que o País atravessa só podem ser resolvidos com um grande apoio ao governo, uma maioria clara e confortável”.
http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&id=31776&idSeccao=523&Action=noticia
Praia, 4 Janeiro – “Foi uma campanha de mentiras e de falsas promessas”, disse Veiga logo no início da intervenção, fazendo referência aos 150 mil computadores nunca entregues, às bolsas que a propaganda inflacionou, às 17 barragens de que os cabo-verdianos só viram uma e, adiantou: “a mais grave mentira foi aquela do ‘escreveu ou não escreveu’”.
De seguida fez aviso sério contra a fraude eleitoral, salientado que o PAICV controla toda a máquina eleitoral, enfatizando que, mesmo assim – e em jeito de balanço -, “a onda verde de mudança e vitória foi aumentando todos os dias” da campanha. De seguida defendeu ser fundamental “uma grande votação no MpD, pois os graves problemas que o País atravessa só podem ser resolvidos com um grande apoio ao governo, uma maioria clara e confortável”.
http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&id=31776&idSeccao=523&Action=noticia
CV:NÁCIA GOMI EVOCADA NO COMÍCIO DA GAMBOA
Veiga recebido por mais de 60 mil pessoas na Gamboa
Líder do MpD lembrou o enorme ambiente de entusiasmo que encontrou por todo o País em apoio da onda de mudança que percorre Cabo Verde.
PRAIA– Já passava das 23 horas quando, em apoteose, Carlos Veiga subiu ao palco da Gamboa. Começou o seu discurso com uma comovida evocação de um nome grande da cultura cabo-verdiana falecida hoje, Nha Nácia Gomi. Veiga pediu que se baixassem as bandeiras e se fizesse um minuto de silêncio pela ilustre falecida e, no fim, solicitou uma calorosa salva de palmas por aquela que foi a rainha do finaçón e do batuku.
Passando em revista o que foi esta campanha eleitoral, Veiga sublinhou o entusiasmo que encontrou por todo o país, em especial por parte da juventude e das mulheres. Calorosamente lembrou situações emocionantes encontradas, vividas juntamente com aqueles que com honestidade e com sinceridade, sem esperarem especiais privilégios como contrapartida, se dispõem a estar neste processo que é a revitalização da democracia cabo-verdiana.
Afirmando a sua profunda convicção na vitória, no próximo Domingo, Carlos Veiga referiu que o mesti muda não nasceu da cabeça de ninguém, mas sim da própria vontade do povo cabo-verdiano que expressou o seu desejo, a sua vontade de mudar Cabo Verde, acabar com o desemprego, promover o desenvolvimento e aprofundar a democracia.
Sempre entusiasticamente aplaudido pelos mais de 60 mil presentes, Veiga criticou o Paicv por depois de se tentar colar ao movimento de mudança acabou a gritar mesti manti. Isso, segundo Veiga, foi uma manifestação do carácter mentiroso da campanha do adversário.
http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&id=31775&idSeccao=523&Action=noticia
Líder do MpD lembrou o enorme ambiente de entusiasmo que encontrou por todo o País em apoio da onda de mudança que percorre Cabo Verde.
PRAIA– Já passava das 23 horas quando, em apoteose, Carlos Veiga subiu ao palco da Gamboa. Começou o seu discurso com uma comovida evocação de um nome grande da cultura cabo-verdiana falecida hoje, Nha Nácia Gomi. Veiga pediu que se baixassem as bandeiras e se fizesse um minuto de silêncio pela ilustre falecida e, no fim, solicitou uma calorosa salva de palmas por aquela que foi a rainha do finaçón e do batuku.
Passando em revista o que foi esta campanha eleitoral, Veiga sublinhou o entusiasmo que encontrou por todo o país, em especial por parte da juventude e das mulheres. Calorosamente lembrou situações emocionantes encontradas, vividas juntamente com aqueles que com honestidade e com sinceridade, sem esperarem especiais privilégios como contrapartida, se dispõem a estar neste processo que é a revitalização da democracia cabo-verdiana.
Afirmando a sua profunda convicção na vitória, no próximo Domingo, Carlos Veiga referiu que o mesti muda não nasceu da cabeça de ninguém, mas sim da própria vontade do povo cabo-verdiano que expressou o seu desejo, a sua vontade de mudar Cabo Verde, acabar com o desemprego, promover o desenvolvimento e aprofundar a democracia.
Sempre entusiasticamente aplaudido pelos mais de 60 mil presentes, Veiga criticou o Paicv por depois de se tentar colar ao movimento de mudança acabou a gritar mesti manti. Isso, segundo Veiga, foi uma manifestação do carácter mentiroso da campanha do adversário.
http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&id=31775&idSeccao=523&Action=noticia
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
HOLANDA-ONDA "MESTI MUDA CONQUISTA CABO-VERDIANOS
ONDA MESTI CONTAGIA A HOLANDA
ROTTERDAM-O MpD da Região Politica Especial da Holanda apresentou com sucesso o Manifesto Eleitoral em Delfzijl no norte da Holanda, perante uma sala cheia de cabo-verdianos entusiastas com o vento de mudança que perpassa neste momento nas 10 ilhas maravilhosas do Atlântico.
As hostilidades foram abertas pelo representante do MpD na cidade, Oteldino Ribeiro que apelou os presentes a votar no MpD por ser o partido que tem a melhor proposta para governar Cabo Verde, ideia corroborada por Teresa Lima que falou também das propostas do MpD para a diáspora cabo-verdiana.
Norberto Silva apresentou em linhas gerais o Manifesto eleitoral do Partido e reforçando a ideia da criação de Bancos cabo-verdianos nas na Holanda e outros países onde residem comunidades expressivas de cabo-verdianos, a circulação da moeda euro ao lado do escudo no País, uma diplomacia económica mas activa, o alargamento na diáspora do voto para as Autárquicas em Cabo Verde. Focou a desgovernação do País durante esses 10 anos que não conseguiu resolver os problemas básicos dos cabo-verdianos como a energia eléctrica e da água, criação de empregos e dinamização da nossa economia entre outros assuntos.
Durante o debate o jovem, Carlos Barros activista e estudante em Ciências Politicas e presidente da “Fundação ChildCare Foundation Cabo Verde” relatou que esteve em Cabo Verde mas ao ver tanta pobreza e crianças nas ruas e sobretudo sem perspectivas ou sem alternativa sentiu triste porque antes de viajar pintaram para ele um Cabo Verde como País de desenvolvimento médio mas ao chegar notou que de facto a realidade era totalmente diferente. Isso desmotivou o jovem Carlos que pensou desistir de todos os seus projectos para melhorar a vida dos cabo-verdianos na Holanda e no país dos seus pais.
Essa experiencia aconteceu em finais de 2008 e ao analisar o governo achou que as suas ideias e iniciativas não iam ser bem absorvidas pelo actual governo pois na sua óptica quem devia ajudar os mais carenciados era o governo eleito pelo povo, cabendo aos cidadãos apenas complementar dentro das suas possibilidades eventuais acções positivas do Governo. Mas como deparou com uma realidade totalmente diferente, a frustração tomou conta dele. Mas o que poderei fazer se o governo não faz nada por essa gente?
Com as eleições do dia 06 de Fevereiro a motivação voltou ao jovem Carlos Barros que aposta numa alternativa viável para Cabo Verde protagonizada pelo “Mesti Muda”
Os cabo-verdianos residentes nesta simpática cidade do norte da Holanda mostraram interesse pelas propostas do partido liderado por Carlos Veiga para liderar Cabo Verde nos próximos 5 anos.
A diáspora tão propalada decima terceira ilha pelo governo do PAICV mas que na prática foi esquecida durante os últimos 10 anos vibrou na cidade com as propostas ousadas mais exequíveis do Movimento para a Democracia.
Numa sala cheia com várias gerações de cabo-verdianos residentes na cidade a mensagem do MpD cativou a atenção de todos. Bastou ver o brilho no olhar dos presentes perante as inovações políticas apresentadas pelo MpD.
A vibração da juventude mostrou que de facto a alternativa para que consigamos ter um Cabo Verde melhor é votar no partido liderado pelo pai da democracia cabo-verdiana, aliás uma mensagem unificadora que tende a unir todos os cabo-verdianos espalhados por esse mundo afora.
Recorda-se que o MpD Holanda mobilizou uma caravana composta por 2 carinhas Hiaci de 10 lugares e vários automóveis completamente lotados de simpatizantes do MpD que efectuaram uma viagem de mais de 300 quilómetros para confraternizar com os patrícios da zona norte de Holanda e no Domingo foi a vez da cidade de Zaandam receber a caravana ventoinha.
CIDADE DE ZAANDAM-DISCUTE MANIFESTO ELEITORAL DO MpD
Depois do sucesso alcançado na cidade de Delfzijl a caravana ventoinha este Domingo na cidade de Delfzijl para apresentação do seu Manifesto Eleitoral e também apresentação pública na Holanda do Nelson Brito cabeça de lista do Movimento para Democracia da região de Benelux.
Nelson Brito analisou os últimos 10 anos da governação do PAICV para concluir que o desempenhou foi francamente negativa e que por isso os cabo-verdianos vão penalizar José Maria Neves e o seu Governo no dia 06 de Fevereiro.
Na cidade considerada como feudo do PAICV, Nelson Brito focou o seu discurso nas propostas do seu partido para a emigração dizendo que o MpD rompeu em toda a linha com a visão seguida pelos governos do PAICV nos 15 anos do partido único a qual encarava os emigrantes como “estrangeirados” e “inimigos do Povo”, afastando-os de todo em todo, do processo de desenvolvimento de Cabo Verde.
Disse que foi com o governo do MpD liderado por Carlos Veiga que os emigrantes voltaram a ter um papel importante na nação cabo-verdiana, passando a votar nas eleições Legislativas e Presidenciais e agora para as Autárquicas a partir de 06 de Fevereiro.
Para o cabeça de lista da Benelux o seu partido propõe para a próxima legislatura uma nova política para a emigração assente em quatro princípios como a despartidarização das politicas viradas para as comunidades emigradas, melhorar a integração dos cabo-verdianos nos países de acolhimento sem perder a sua ligação cultural a Cabo Verde, a criação do Estatuto do Investidor Emigrante e a dependência do órgão governamental para a emigração sob a dependência directa do próximo primeiro ministro de Cabo Verde, Carlos Veiga.
Para finalizar Nelson elencou uma serie de outras propostas interessantes que o seu partido tem para os cabo-verdianos não residentes que visa melhorar substancialmente a ligação dos patrícios com a Terra mãe.
Depois houve tempo para um jantar convívio e música.
CAMPANHA ELEITORAL DO MPD-AGOSTINHO LOPES NA HOLANDA
Agostinho Lopes visitou a Holanda de Segunda a Quarta-feira para participar nas campanhas do MpD na Europa.
Assim na segunda-feira concedeu uma entrevista a TV explosão onde teve ocasião de explicar o programa do seu partido para as próximas eleições e considerou que o governo de José Maria Neves falhou em itens importantes para uma boa governação como a segurança, energia e água, criação de empregos, crescimentos económico, diminuição da pobreza e exclusão social e na saúde.
Sobre a emigração o ex líder do MpD citou os pontos do programa do PAICV do inicio de governação que não foram cumpridas nos 10 anos de governo “tambarina”.
Promessas como a criação de Liceus onde se leccione em português, em alguns países da Europa, para jovens que queiram trabalhar em Cabo Verde, conceder apoio jurídico a comunidade emigrante, tratamento preferencial a empresários que queiram investir no País, isenções de Sisa (por um período de 25 anos para as construções dos emigrantes, negociar e assinar acordos especiais de protecção dos cabo-verdianos na Espanha, França, Holanda, Itália, Suíça e Alemanha ou por exemplo uma taxa de juro especial para os emigrantes que queiram construir uma habitação própria em Cabo Verde.
Das promessas deste governo apenas foram cumpridas o da substituição do IAPE pelo instituto das comunidades tendo a frente deste Álvaro Apolo até recentemente secretário do PAICV para a emigração e no fim dos 10 anos a Criação de um Ministério da Emigração e Comunidades Cabo-verdianas tendo a frente Sidónio Monteiro que fez o que se sabe em Eleições anteriores.
Do programa para Segunda-feira constou ainda um jantar convívio com militantes e simpatizantes do MpD no Clube S.Nicolau e um debate na Rádio Voz de Cabo Verde com os representantes dos três partidos que concorrem no círculo da Europa, MpD, Ucid ePaicv.
Para terça-feira do programa constou várias actividades como campanha porta a porta, visita a empresários cabo-verdianos e a noite foi entrevistado por Hélder Pinheiro da Rádio Minis di Djarmai e efectuou uma visita de cortesia á Rádio Voz de Cabo Verde.
A Campanha do MpD na Holanda prossegue com muita alegria e paz, apanágio aliás do partido liderado por Carlos Veiga por isso o lema “Primeiro as Pessoas”.
ROTTERDAM-O MpD da Região Politica Especial da Holanda apresentou com sucesso o Manifesto Eleitoral em Delfzijl no norte da Holanda, perante uma sala cheia de cabo-verdianos entusiastas com o vento de mudança que perpassa neste momento nas 10 ilhas maravilhosas do Atlântico.
As hostilidades foram abertas pelo representante do MpD na cidade, Oteldino Ribeiro que apelou os presentes a votar no MpD por ser o partido que tem a melhor proposta para governar Cabo Verde, ideia corroborada por Teresa Lima que falou também das propostas do MpD para a diáspora cabo-verdiana.
Norberto Silva apresentou em linhas gerais o Manifesto eleitoral do Partido e reforçando a ideia da criação de Bancos cabo-verdianos nas na Holanda e outros países onde residem comunidades expressivas de cabo-verdianos, a circulação da moeda euro ao lado do escudo no País, uma diplomacia económica mas activa, o alargamento na diáspora do voto para as Autárquicas em Cabo Verde. Focou a desgovernação do País durante esses 10 anos que não conseguiu resolver os problemas básicos dos cabo-verdianos como a energia eléctrica e da água, criação de empregos e dinamização da nossa economia entre outros assuntos.
Durante o debate o jovem, Carlos Barros activista e estudante em Ciências Politicas e presidente da “Fundação ChildCare Foundation Cabo Verde” relatou que esteve em Cabo Verde mas ao ver tanta pobreza e crianças nas ruas e sobretudo sem perspectivas ou sem alternativa sentiu triste porque antes de viajar pintaram para ele um Cabo Verde como País de desenvolvimento médio mas ao chegar notou que de facto a realidade era totalmente diferente. Isso desmotivou o jovem Carlos que pensou desistir de todos os seus projectos para melhorar a vida dos cabo-verdianos na Holanda e no país dos seus pais.
Essa experiencia aconteceu em finais de 2008 e ao analisar o governo achou que as suas ideias e iniciativas não iam ser bem absorvidas pelo actual governo pois na sua óptica quem devia ajudar os mais carenciados era o governo eleito pelo povo, cabendo aos cidadãos apenas complementar dentro das suas possibilidades eventuais acções positivas do Governo. Mas como deparou com uma realidade totalmente diferente, a frustração tomou conta dele. Mas o que poderei fazer se o governo não faz nada por essa gente?
Com as eleições do dia 06 de Fevereiro a motivação voltou ao jovem Carlos Barros que aposta numa alternativa viável para Cabo Verde protagonizada pelo “Mesti Muda”
Os cabo-verdianos residentes nesta simpática cidade do norte da Holanda mostraram interesse pelas propostas do partido liderado por Carlos Veiga para liderar Cabo Verde nos próximos 5 anos.
A diáspora tão propalada decima terceira ilha pelo governo do PAICV mas que na prática foi esquecida durante os últimos 10 anos vibrou na cidade com as propostas ousadas mais exequíveis do Movimento para a Democracia.
Numa sala cheia com várias gerações de cabo-verdianos residentes na cidade a mensagem do MpD cativou a atenção de todos. Bastou ver o brilho no olhar dos presentes perante as inovações políticas apresentadas pelo MpD.
A vibração da juventude mostrou que de facto a alternativa para que consigamos ter um Cabo Verde melhor é votar no partido liderado pelo pai da democracia cabo-verdiana, aliás uma mensagem unificadora que tende a unir todos os cabo-verdianos espalhados por esse mundo afora.
Recorda-se que o MpD Holanda mobilizou uma caravana composta por 2 carinhas Hiaci de 10 lugares e vários automóveis completamente lotados de simpatizantes do MpD que efectuaram uma viagem de mais de 300 quilómetros para confraternizar com os patrícios da zona norte de Holanda e no Domingo foi a vez da cidade de Zaandam receber a caravana ventoinha.
CIDADE DE ZAANDAM-DISCUTE MANIFESTO ELEITORAL DO MpD
Depois do sucesso alcançado na cidade de Delfzijl a caravana ventoinha este Domingo na cidade de Delfzijl para apresentação do seu Manifesto Eleitoral e também apresentação pública na Holanda do Nelson Brito cabeça de lista do Movimento para Democracia da região de Benelux.
Nelson Brito analisou os últimos 10 anos da governação do PAICV para concluir que o desempenhou foi francamente negativa e que por isso os cabo-verdianos vão penalizar José Maria Neves e o seu Governo no dia 06 de Fevereiro.
Na cidade considerada como feudo do PAICV, Nelson Brito focou o seu discurso nas propostas do seu partido para a emigração dizendo que o MpD rompeu em toda a linha com a visão seguida pelos governos do PAICV nos 15 anos do partido único a qual encarava os emigrantes como “estrangeirados” e “inimigos do Povo”, afastando-os de todo em todo, do processo de desenvolvimento de Cabo Verde.
Disse que foi com o governo do MpD liderado por Carlos Veiga que os emigrantes voltaram a ter um papel importante na nação cabo-verdiana, passando a votar nas eleições Legislativas e Presidenciais e agora para as Autárquicas a partir de 06 de Fevereiro.
Para o cabeça de lista da Benelux o seu partido propõe para a próxima legislatura uma nova política para a emigração assente em quatro princípios como a despartidarização das politicas viradas para as comunidades emigradas, melhorar a integração dos cabo-verdianos nos países de acolhimento sem perder a sua ligação cultural a Cabo Verde, a criação do Estatuto do Investidor Emigrante e a dependência do órgão governamental para a emigração sob a dependência directa do próximo primeiro ministro de Cabo Verde, Carlos Veiga.
Para finalizar Nelson elencou uma serie de outras propostas interessantes que o seu partido tem para os cabo-verdianos não residentes que visa melhorar substancialmente a ligação dos patrícios com a Terra mãe.
Depois houve tempo para um jantar convívio e música.
CAMPANHA ELEITORAL DO MPD-AGOSTINHO LOPES NA HOLANDA
Agostinho Lopes visitou a Holanda de Segunda a Quarta-feira para participar nas campanhas do MpD na Europa.
Assim na segunda-feira concedeu uma entrevista a TV explosão onde teve ocasião de explicar o programa do seu partido para as próximas eleições e considerou que o governo de José Maria Neves falhou em itens importantes para uma boa governação como a segurança, energia e água, criação de empregos, crescimentos económico, diminuição da pobreza e exclusão social e na saúde.
Sobre a emigração o ex líder do MpD citou os pontos do programa do PAICV do inicio de governação que não foram cumpridas nos 10 anos de governo “tambarina”.
Promessas como a criação de Liceus onde se leccione em português, em alguns países da Europa, para jovens que queiram trabalhar em Cabo Verde, conceder apoio jurídico a comunidade emigrante, tratamento preferencial a empresários que queiram investir no País, isenções de Sisa (por um período de 25 anos para as construções dos emigrantes, negociar e assinar acordos especiais de protecção dos cabo-verdianos na Espanha, França, Holanda, Itália, Suíça e Alemanha ou por exemplo uma taxa de juro especial para os emigrantes que queiram construir uma habitação própria em Cabo Verde.
Das promessas deste governo apenas foram cumpridas o da substituição do IAPE pelo instituto das comunidades tendo a frente deste Álvaro Apolo até recentemente secretário do PAICV para a emigração e no fim dos 10 anos a Criação de um Ministério da Emigração e Comunidades Cabo-verdianas tendo a frente Sidónio Monteiro que fez o que se sabe em Eleições anteriores.
Do programa para Segunda-feira constou ainda um jantar convívio com militantes e simpatizantes do MpD no Clube S.Nicolau e um debate na Rádio Voz de Cabo Verde com os representantes dos três partidos que concorrem no círculo da Europa, MpD, Ucid ePaicv.
Para terça-feira do programa constou várias actividades como campanha porta a porta, visita a empresários cabo-verdianos e a noite foi entrevistado por Hélder Pinheiro da Rádio Minis di Djarmai e efectuou uma visita de cortesia á Rádio Voz de Cabo Verde.
A Campanha do MpD na Holanda prossegue com muita alegria e paz, apanágio aliás do partido liderado por Carlos Veiga por isso o lema “Primeiro as Pessoas”.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
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