Movimento para a Democracia vai pedir a fiscalização sucessiva da constitucionalidade de algumas normas do Orçamento de Estado de 2013
| Carlos Veiga - Presidente Movimento para Democracia |
O anúncio foi feito hoje pelo presidente do MpD, Carlos Veiga, numa conferência.
O Movimento para a Democracia sustenta a sua posição com o facto de considerar que o Orçamento de Estado de 2013 viola o princípio de igualdade.
Outra razão que leva o MpD a pedir a fiscalização sucessiva da constitucionalidade do Orçamento de Estado de 2013 são as contas do Instituto Nacional de Previdência Social.
Estes e outros motivos levam o presidente do MpD a considerar o Orçamento de Estado de 2013 largamente fictício, do faz de conta que está profundamente alterado e que obrigará a um orçamento rectificativo.
Carlos Veiga denunciou que enquanto o documento era discutido no Parlamento, o Governo negociava à socapa com uma equipa do FMI valores para as receitas e despesas totalmente diferentes dos que constam no Orçamento aprovado e promulgado.
Veiga vai mais longe ao afirmar que o FMI e a Unidade de Acompanhamento Macro Económico não só desmentem o Governo quanto ao crescimento económico de 2012 e 2013, como qualificam as projecções de aumento de receitas fiscais de irrealistas.
Carlos Veiga rematou que o Governo não diz a verdade aos cabo-verdianos sobre a real situação económica e financeira do país e que ao negociar como negociou com o FMI, o executivo ridicularizou os deputados do PAICV.
fonte: Redacção RCV /RTC
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