sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Gomes Júnior defende inquérito internacional aos crimes na Guiné-Bissau
Gomes Júnior defende inquérito internacional aos crimes na Guiné-Bissau: Em entrevista exclusiva à STRONGRenascença/STRONG, primeiro-ministro deposto pede ao Governo de transição para não arranjar “bodes expiatórios” e não responsabilizar a CPLP e Portugal pelos incidentes do último fim-de-semana.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
CV:Chefe das forças armadas da Guiné-Bissau afirma ser alheio a espancamento de políticos
Bissau, 25 out (Lusa) - O chefe do Estado Maior das Forças Armadas da
Guiné-Bissau afirmou ser completamente alheio ao espancamento de dois políticos
na segunda-feira e que está a "tentar esclarecer a situação", disse hoje o
Movimento da Sociedade Civil.
Na segunda-feira, um dia depois de uma tentativa de assalto a um quartel
militar, Iancuba Indjai e Silvestre Alves, líderes de pequenos partidos da
Guiné-Bissau, foram levados por militares e abandonados em matas depois de
espancados.
Mamadu Queta, vice-presidente e porta-voz do Movimento da Sociedade Civil (organização que congrega organizações da sociedade civil e sindicatos), disse hoje à Lusa que se reuniu na terça-feira com António Indjai, chefe das Forças Armadas, para lhe expressar as suas preocupações sobre a situação na Guiné-Bissau, e que hoje também se reuniu com o primeiro-ministro de transição com o mesmo objetivo.
"Salientei a necessidade da salvaguarda dos direitos fundamentais dos cidadãos e de que não se pode fazer justiça por mãos próprias", disse Mamadu Queta, acrescentando que recebeu de António Indjai a garantia de não ter mandado espancar os dois políticos e de que apenas tinha mandado deter Ibraima Só (outro dirigente político, que não foi encontrado pelos militares).
"Garantiu que irá esclarecer a situação dos espancamentos e disse que continuam à procura dos implicados no caso de domingo", disse Mamadu Queta.
Segundo o responsável, na reunião de hoje o primeiro-ministro de transição, Rui de Barros, também confirmou "que a situação decorrente dos acontecimentos de domingo deve de ser resolvida pela justiça", tendo igualmente mostrado disponibilidade "para colaborar com a Sociedade Civil".
O Movimento da Sociedade Civil está a diligenciar para ser recebido pelo Presidente de transição, Serifo Nhamadjo.
Na madrugada de domingo um grupo de homens armados tentou tomar pela força o quartel dos para-comandos, uma unidade de elite das forças armadas da Guiné-Bissau, tendo resultado seis mortos dos confrontos, todos do grupo assaltante.
FP //JMR./Lusa/fim
Mamadu Queta, vice-presidente e porta-voz do Movimento da Sociedade Civil (organização que congrega organizações da sociedade civil e sindicatos), disse hoje à Lusa que se reuniu na terça-feira com António Indjai, chefe das Forças Armadas, para lhe expressar as suas preocupações sobre a situação na Guiné-Bissau, e que hoje também se reuniu com o primeiro-ministro de transição com o mesmo objetivo.
"Salientei a necessidade da salvaguarda dos direitos fundamentais dos cidadãos e de que não se pode fazer justiça por mãos próprias", disse Mamadu Queta, acrescentando que recebeu de António Indjai a garantia de não ter mandado espancar os dois políticos e de que apenas tinha mandado deter Ibraima Só (outro dirigente político, que não foi encontrado pelos militares).
"Garantiu que irá esclarecer a situação dos espancamentos e disse que continuam à procura dos implicados no caso de domingo", disse Mamadu Queta.
Segundo o responsável, na reunião de hoje o primeiro-ministro de transição, Rui de Barros, também confirmou "que a situação decorrente dos acontecimentos de domingo deve de ser resolvida pela justiça", tendo igualmente mostrado disponibilidade "para colaborar com a Sociedade Civil".
O Movimento da Sociedade Civil está a diligenciar para ser recebido pelo Presidente de transição, Serifo Nhamadjo.
Na madrugada de domingo um grupo de homens armados tentou tomar pela força o quartel dos para-comandos, uma unidade de elite das forças armadas da Guiné-Bissau, tendo resultado seis mortos dos confrontos, todos do grupo assaltante.
FP //JMR./Lusa/fim
CV:"Orçamento do Estado para 2013 deveria ter crescimento zero" - Carlos Veiga
O presidente do Movimento para a Democracia (MpD-oposição), Carlos
Veiga, defende que o Orçamento do Estado (OE) para 2013 deveria ter um
crescimento zero e uma “redução substancial” nas despesas de consumo intermédios
do Estado.
O líder do maior partido da oposição fez estas declarações numa entrevista hoje publicada pelo semanário A Nação.
Segundo o líder do MpD, o OE-2013 deve dar sinais “muito claros” de incentivo à iniciativa privada e ao investimento privado.
Sem entrar em pormenores sobre o Orçamento, porque alega não conhecê-lo ainda, Carlos Veiga acusou o executivo de José Maria Neves de, mais uma vez, não cumprir a “obrigação de ouvir os partidos da oposição” sobre as linhas gerais do OE.
Sobre um possível pacto entre os diversos actores políticos cabo-verdianos, repto esse reiterado há duas semanas pelo primeiro-ministro, Carlos Veiga disse que o seu partido não irá assinar qualquer pacto sem discutir de acordo com os “valores, princípios, projectos e programas” do partido.
“Não iremos, simplesmente, aceitar soluções do Governo porque estamos em crise, quando quem criou essa crise foi o Governo, que criou a situação em que estamos a viver”, afirmou o líder da oposição, citado pelo A Nação.
Para Carlos Veiga, o pacto não é “o PAICV decide e o MpD dizer amém”.
“O pacto é nós discutirmos, termos a capacidade de ouvir o que é que o Governo tem para nos dizer, com interesse; e o Governo ter a capacidade de ouvir o que nós temos a dizer, com interesse”, explicou Veiga, acrescentando que “não pode haver pacto” se não há esse tipo de relacionamento.
Nesta longa entrevista a Nação, Carlos Veiga afirmou que é favorável à existência de uma incompatibilidade entre o exercício de profissões liberais e a função de deputado.
Mas para isso, disse ele, há que discutir a retribuição do deputado, caso contrário, não haverá gente “altamente competente”, interessada em ser deputado.
“O deputado não ganha muito”, enfatizou Veiga, para quem existe uma “ideia errada” que perpassa na sociedade e é “muito cultivada” muitas vezes por “pessoas que ainda não entenderam” que para haver democracia é preciso ter um Parlamento, deputados e partidos.
No capítulo económico, o líder do MpD entende que Cabo Verde caminha para o “abismo” e para uma situação social “muito dura”.
LC /Inforpress/Fim
O líder do maior partido da oposição fez estas declarações numa entrevista hoje publicada pelo semanário A Nação.
Segundo o líder do MpD, o OE-2013 deve dar sinais “muito claros” de incentivo à iniciativa privada e ao investimento privado.
Sem entrar em pormenores sobre o Orçamento, porque alega não conhecê-lo ainda, Carlos Veiga acusou o executivo de José Maria Neves de, mais uma vez, não cumprir a “obrigação de ouvir os partidos da oposição” sobre as linhas gerais do OE.
Sobre um possível pacto entre os diversos actores políticos cabo-verdianos, repto esse reiterado há duas semanas pelo primeiro-ministro, Carlos Veiga disse que o seu partido não irá assinar qualquer pacto sem discutir de acordo com os “valores, princípios, projectos e programas” do partido.
“Não iremos, simplesmente, aceitar soluções do Governo porque estamos em crise, quando quem criou essa crise foi o Governo, que criou a situação em que estamos a viver”, afirmou o líder da oposição, citado pelo A Nação.
Para Carlos Veiga, o pacto não é “o PAICV decide e o MpD dizer amém”.
“O pacto é nós discutirmos, termos a capacidade de ouvir o que é que o Governo tem para nos dizer, com interesse; e o Governo ter a capacidade de ouvir o que nós temos a dizer, com interesse”, explicou Veiga, acrescentando que “não pode haver pacto” se não há esse tipo de relacionamento.
Nesta longa entrevista a Nação, Carlos Veiga afirmou que é favorável à existência de uma incompatibilidade entre o exercício de profissões liberais e a função de deputado.
Mas para isso, disse ele, há que discutir a retribuição do deputado, caso contrário, não haverá gente “altamente competente”, interessada em ser deputado.
“O deputado não ganha muito”, enfatizou Veiga, para quem existe uma “ideia errada” que perpassa na sociedade e é “muito cultivada” muitas vezes por “pessoas que ainda não entenderam” que para haver democracia é preciso ter um Parlamento, deputados e partidos.
No capítulo económico, o líder do MpD entende que Cabo Verde caminha para o “abismo” e para uma situação social “muito dura”.
LC /Inforpress/Fim
CV:CAN2013: Cabo Verde, Angola, Marrocos e África do Sul no grupo A
Cabo Verde vai medir forças com Angola no grupo A da CAN’2013, na sua estreia na maior competição de selecções do continente africano. Os cabo-verdianos estarão ainda no encontro de abertura da prova, frente à anfitriã África do Sul.
Marrocos é outra selecção do grupo A que defrontará os “Tubarões Azuis” na fase de grupos do Campeonato Africano das Nações (CAN’2013), que terá lugar em Janeiro próximo na África do Sul.
O jogo de abertura será disputado entre Cabo Verde e a anfitriã,
África do Sul, no dia 19 de Janeiro, no Estádio Soccer City em Joanesburgo, às
18h00 locais. No mesmo dia, às 21 horas, a selecção de Angola joga contra
Marrocos em Soccer City.
Na segunda jornada, Angola joga com África do Sul no dia 23 de
Janeiro às 17h00 em Durban, enquanto os "Tubarões Azuis" jogam contra Marrocos
às 20h00, também em Durban.
Angola e Cabo Verde vão encontra-se no último jogo que acontecerá
no dia 27 às 19 horas no Estádio Nelson Mandela Bay. Este jogo poderá ser
decisivo para a passagem das duas selecções à fase seguinte.
Esta será a 29ª edição do torneio, que seria originalmente sediado
pela Líbia. Contudo, devido aos conflitos políticos e à guerra civil no país, a
Confederação Africana de Futebol alterou o lugar. O campeão do CAN ganhará uma
vaga para a Copa das Confederações, também em 2013, no Brasil.
Fase de Grupos
Grupo A: África do Sul, Angola,
Marrocos e Cabo Verde
Grupo B: Gana, Mali, Niger e RD
Congo
Grupo C: Zâmbia, Nigéria, Burkina Faso
e Etiópia
Grupo D: Costa do Marfim, Tunísia,
Argélia e Togo
CD/ com agências
FUTEBOL:ELEIÇÖES NO BENFICA-O líder serei eu
O líder serei eu: Constantemente convidado por Rangel para um debate televisivo antes do acto eleitoral, Vieira sempre se mostrou indisponível. Seria apenas para lavar roupa suja, explicou, no encerramento da campanha eleitoral para a presidência do Benfica.
CV:Cabo Verde tem melhor ranking, Angola com pior
A equipa nacional de Cabo Verde Cabo ocupa a 10ª posição no “ranking” africano com 587 pontos, ao passo que os marroquinos, com 451 pontos, ocupam o 18º posto.
A seleção anfitriã da África do Sul, “Bafana Bafana”, está no 19º lugar, com 448 pontos, e a selecção de Angola, conhecida por “Palancas Negras”, posicionam-se logo de seguida, na 20ª posição do “ranking” de África, com 419 pontos, atrás dos sul-africanos.
Os “Palancas Negras” têm o pior "ranking" deste grupo. Sendo assim, se depender do ranking, Angola estará prematuramente afastada do CAN2013, mas a classificação não joga, apenas define a evolução das seleções nos últimos tempos. O ranking reflete também a grande evolução da seleção cabo-verdiana nos últimos anos.
O Grupo A do CAN2013 é formado pelas seleções nacionais da África do Sul, Angola, Cabo Verde e Marrocos.Por SAPO Desporto c/Inforpress
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
FUTEBOL:PORTO VENCE DINAMO KIEV POR 3-2
Só mais uma: FC Porto 3-2 Dínamo Kiev. Triunfo sofrido sobre os ucranianos deixa dragão a uma vitória dos oitavos de final. Celebração pode surgir já dentro de duas semanas, num reencontro em Kiev. Mais uma noite daquelas para Jackson Martínez.
RTC.CV:Presidente da Comissão Europeia inicia sexta-feira uma visita oficial de dois dias a Cabo Verde
| Durão Barroso - Presidente da Comissão Europeia |
Depois da reunião, assina dois acordos com o Chefe do Governo cabo-verdiano.
No sábado, Durão Barroso discursa numa sessão especial da Assembleia Nacional e reúne-se com o Presidente da República.
Jorge Carlos Fonseca vai condecorar o presidente da Comissão Europeia com a medalha de primeiro grau da ordem Amílcar Cabral.
Antes de partir para São Vicente visita às instalações do NOSI.
Na cidade do Mindelo, encontra-se com o presidente da Câmara Municipal de São Vicente, Augusto Neves, visita os projetos financiados pela União Europeia, nomeadamente os projectos de saneamento e defesa do consumidor.
Durão Barroso conclui o dia e a visita oficial com um jantar com escritores, intelectuais, artistas plásticos e músicos cabo-verdianos.
fonte: Redacção RCV
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