Simbólico foi o início do espectáculo, apresentado por Andredina Cardoso, com Joceline Medina, uma jovem em início de carreira, a interpretar a mazurca, Mari Ascençon, de Santo Antão, para posteriormente o programa abranger artistas e temas de quase todas as ilhas do arquipélago.
Leonel Ameida, Luís Fortes, Alexandre Delgado, Ana Firmino, Juary Livramento, Coimbra, Zezé Barbosa, Dany Silva, foram outras vozes presentes acompanhadas por Humberto Ramos (director musical e piano), Miroca Paris (percussão), Djidjuty Alves (cacavquinho), Costa Neto (baixo) e Adérito Pontes (guitarra).
Bana que fechou a primeira parte do concerto cantou duas mornas e o público tributou-o, de pé, com uma das mais calorosas reacções da noite.
A segunda parte da homenagem foi totalmente preenchida por Titina que revisitou temas, de Frank Cavaquim, Ti Gói e sobretudo B.Leza, um autor que “cantará para sempre”.
“Em Lisboa Capital de Sodade” a homenageada aproveita o ensejo para agradecer ao autor da composição, Rui Machado, grande impulsionador e organizador do espectáculo. Já no “Bejo de sodade” a cantora teve a companhia da neta que executou uma coreografia alusiva ao tema.
O espectáculo terminou em clima de “baile popular”, desafio lançado pela própria Titina quando anunciou o fim do espectáculo com uma “rapsódia coladera”.
Roterdão deverá ser a próxima cidade a acolher outra homenagem numa iniciativa de Luís Fortes.
AC
01 de Dezembro
http://asemana.sapo.cv/spip.php?article70670&ak=1

Fui ver e ouvir a Titina, Dona Titina Rodrigues, sim Cabo Verde tem essa grande cantora, grande senhora da morna e da coladera que espero ouvir cantar ainda por muitos e longos anos. Para mim é das melhores de todos os tempos. O mundo lusófono tem Dona Amália Rodrigues no fado e Dona Titina Rodrigues na Morna.
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