O tiroteio que deixou pelo menos quatro mortos e 75 feridos na cidade belga de Liège (sudeste da Bélgica) foi provocado por um único indivíduo, explicou hoje o centro de crises, responsável pela investigação do caso, descartando a hipótese de um atentado terrorista.
Uma brigada anti-minas foi entretanto chamada para examinar objetos suspeitos na praça de Saint-Lambert, onde decorria um mercado de Natal.
O ataque deixou pelo menos quatro mortos, entre eles o autor, identificado como Nordine Amrani, e 75 feridos, informou a porta-voz Danièle Reynders. No ataque foram usados explosivos do tipo 'thunderflash' e uma espingarda automática AK47 (Kalashnikov).
A imprensa belga adiantou que um outro suspeito da autoria do atentado terá já sido detido pela polícia, havendo informação não confirmada de que um terceiro suspeito terá conseguido fugir.
Uma brigada anti-minas foi entretanto chamada para examinar objetos suspeitos na praça de Saint-Lambert, onde decorria um mercado de Natal.
Um posto de primeiros socorros foi instalado no local, tendo os feridos com gravidade, entre os quais estará pelo menos uma criança de cerca de dois anos, sido enviados para hospitais próximos.
Segundo testemunhas no local, foram ouvidas quatro explosões e vários tiros. A ministra do Interior belga, Joelle Milquet, e o primeiro-ministro, Elio Di Rupo, são esperados ainda esta tarde no local.
Fonte da Embaixada de Portugal na Bélgica disse à Lusa que não há qualquer informação sobre portugueses entre as vítimas.
Ataque foi ato isolado
O Ministério do Interior belga já veio afirmar que o ataque foi um ato isolado de um atirador, sem ligação ao terrorismo. O procurador real de Liège, Danièle Reinders, identificou o atacante como Nordine Amrani, residente em Liège, e disse que o homem se suicidou com um tiro na cabeça depois de lançar vários artefactos explosivos para uma praça do centro da cidade e abrir fogo com uma espingarda de assalto kalashnikov contra pessoas que passavam no local.
Os 'media' belgas tinham avançado várias versões do ataque, incluindo que teria sido lançado por três homens.
Amrani, 32 anos, foi condenado em setembro de 2008 a quatro anos e dez meses de prisão por associação criminosa, posse de 9.500 peças de armas e de 10 armas completas, assim como 2.800 plantas de canabis. O automóvel do homem foi encontrado pela polícia na praça onde ocorreu o ataque.
Uma brigada anti-minas foi entretanto chamada para examinar objetos suspeitos na praça de Saint-Lambert, onde decorria um mercado de Natal.
Um posto de primeiros socorros foi instalado no local, tendo os feridos com gravidade, entre os quais estará pelo menos uma criança de cerca de dois anos, sido enviados para hospitais próximos.
Segundo testemunhas no local, foram ouvidas quatro explosões e vários tiros. A ministra do Interior belga, Joelle Milquet, e o primeiro-ministro, Elio Di Rupo, são esperados ainda esta tarde no local.
Fonte da Embaixada de Portugal na Bélgica disse à Lusa que não há qualquer informação sobre portugueses entre as vítimas.
Ataque foi ato isolado
O Ministério do Interior belga já veio afirmar que o ataque foi um ato isolado de um atirador, sem ligação ao terrorismo. O procurador real de Liège, Danièle Reinders, identificou o atacante como Nordine Amrani, residente em Liège, e disse que o homem se suicidou com um tiro na cabeça depois de lançar vários artefactos explosivos para uma praça do centro da cidade e abrir fogo com uma espingarda de assalto kalashnikov contra pessoas que passavam no local.
Os 'media' belgas tinham avançado várias versões do ataque, incluindo que teria sido lançado por três homens.
Amrani, 32 anos, foi condenado em setembro de 2008 a quatro anos e dez meses de prisão por associação criminosa, posse de 9.500 peças de armas e de 10 armas completas, assim como 2.800 plantas de canabis. O automóvel do homem foi encontrado pela polícia na praça onde ocorreu o ataque.
Imagem: AFP PHOTO / BELGA / MICHEL KRAKOWSKI/LUSA
http://noticias.sapo.pt/internacional/artigo/belgica-ataque-faz-dois-mortos-e_1856.html
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