| A rua foi do povo E pareceu perceber-se que a melhor solução para a insegurança é mesmo tomar a rua e deixar a bandidagem encolhida, temerosa e cobarde, impotente, castrada das “valentias” que a agitam em grupo e contra vítima indefesa E pareceu perceber-se que a melhor solução para a insegurança é mesmo tomar a rua e deixar a bandidagem encolhida, temerosa e cobarde, impotente, castrada das “valentias” que a agitam em grupo e contra vítima indefesa. E percebeu-se, também, o orgulho da mole humana por ser parte da cidade, por a sentir coisa sua. O que é raro! Em cada esquina, estendendo-se do largo fronteiro ao Palácio da Presidência, indo até aos confins da pedonal 5 de Julho, passando pelo cada vez mais activo Café Palkus – no Palácio da Cultura, fechado sabe-se lá por ordem de quem -, a música, as cores misturando-se no branco das gentes e na negritude da noite, os cheiros plurais de petiscos e guloseimas, estenderam-se todos, entrecruzados, fazendo do Plateau a capital da utopia, por uma noite que fosse, por um momento breve que soube a pouco e exige replay. Nôs Praia, nôs orgulho! |
domingo, 18 de dezembro de 2011
CV(LIBERAL):DE NOITE SE FEZ BRANCO
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